A história oficial da Casa Branca diz que desde agosto passado a CIA já tinha indícios que Bin Laden estaria se refugiando em uma Mansão no Paquistão, não muito longe da capital Islamabad. O presidente Obama mandou colher mais inteligência para confirmar as suspeitas e quando acreditaram ter indícios suficientes de que Bin Laden estava de fato naquele local, autorizou o planejamento da missão para captura/assassinato do terrorista mais procurado do mundo. Confirmada a inteligência e os preparativos prontos, Obama deu o sinal verde para a operação que deu cabo à vida de Bin Laden, quase 10 anos após o 11 de setembro.
Dada a notícia da morte do terrorista, os norte-americanos celebraram de forma espantosa. Fazendo uma analogia ao povo brasileiro, como se tivessem ganho uma copa do mundo. A aprovação de Obama subiu 17%, o povo estadounidense foi tomado por um sentimento de patriotismo e unidade que há tempo não sentiam. A justiça tardou, mas fora feita.
No entanto, enquanto mais detalhes da operação foram sendo divulgados, perguntas sobre as circunstâncias da morte de Bin Laden e da legalidade da ação norte-americana começaram a ser questionadas. Em primeiro lugar, temos a questão da soberania do território paquistanês que foi violada, já que o governo dos EUA não informou o governo paquistanês sobre a operação, nem tinha permissão de entrar no território daquele país. Em segundo, temos as circunstâncias da morte de Bin Laden...
continua aqui
Blog do Centro Acadêmico de Relações Internacionais da Facinter
sábado, 7 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Programa Jovens Embaixadores abre portas para brasilienses como Guilherme Durãel, estudante em Israel
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| Guilherme Durãel agora planeja fazer o doutorado nos EUA e depois voltar ao Brasil para dividir seu aprendizado |
Selecionado para passar três semanas nos EUA, ele estudou em Chicago e em Paris e hoje cursa história do Oriente Médio em Israel. Inscrições para a 10ª edição do programa vão até 7 de agosto
Guilherme Durãel estuda relações internacionais e ciência política na Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, já passou três meses estudando política europeia em Paris, na França, e hoje cursa história do Oriente Médio em Jerusalém, Israel. Saiu de Ceilândia e quer ganhar o mundo. Depois que se formar, em junho de 2012, pretende continuar os estudos até o doutorado em alguma universidade americana — ainda não decidiu qual. Ele tem apenas 20 anos e até 2006 não imaginava ter tantas oportunidades. As portas começaram a se abrir para Guilherme quando ele se inscreveu no Programa Jovens Embaixadores, em 2006.
Desenvolvido pela Embaixada dos Estados Unidos e mantido em parceria com setores públicos e privados dos dois países, foi o programa que levou Guilherme e outros 34 estudantes do ensino médio da rede pública de ensino de todo o país para conhecer o outro extremo da América. Em 2007, eles embarcaram para os EUA com todas as despesas pagas para passar três semanas cheias de atividades. Desde 2003 o programa já beneficiou 249 estudantes. A 10ª edição do Jovens Embaixadores abre as inscrições hoje para novos interessados — que têm até 7 de agosto para se candidatar.
No caso de Guilherme, depois de superar todas as expectativas com os benefícios do período fora do Brasil, um ano depois ele voltou aos EUA com uma bolsa integral para estudar em Chicago. “Queria muito discutir ideias, ver o que os americanos pensam sobre o Brasil e levar minha própria perspectiva sobre nosso país. Pensei também em me divertir, aprender, melhorar meu inglês, levar nossa cultura. Mas foi ainda melhor do que eu esperava. Além de ficar com uma família e aprender sobre o dia a dia deles, a gente ainda teve vários workshops, visitamos monumentos, escolas de ensino médio e fizemos apresentações sobre o Brasil”, conta.
Já na Universidade de Chicago, Guilherme teve a chance de conhecer outros lugares, também com todos os gastos custeados pela bolsa de estudos. Para ele, o maior ganho dessa experiência foi a chance de expandir sua visão de mundo. “Ainda não sei o que vou fazer quando me formar, mas em alguma época quero voltar ao Brasil e trabalhar no Itamaraty ou em alguma organização que ajude as comunidades a se fortalecerem, alguma coisa em Ceilândia e no DF mesmo. Tenho muitas ideias do que fazer e de como trabalhar”, diz, empolgado.
O caso bem sucedido de Guilherme não é exceção. Segundo a organizadora e coordenadora do programa, Márcia Mizuno, a maioria dos participantes, que antes nem sequer haviam andado de avião, hoje estão bem colocados em universidades e empresas. “Eles têm que acreditar em si mesmos. Nós acreditamos”, diz ela.
A Embaixada está comemorando os 10 anos do programa. Para Márcia, são muitos os motivos para festejar, entre eles o crescimento do projeto. Em 2010, foram mais de 6 mil inscritos de todo o país. A iniciativa deu tão certo que se expandiu para 25 países da América Latina em 2011, trazendo também jovens embaixadores americanos para terem uma experiência no Brasil. “O maior ganho foi que estamos conseguindo chegar à juventude e mostrar que eles são capazes de crescer pessoal e profissionalmente, além de multiplicar o aprendizado e se tornar exemplos nas comunidades deles.”
Depois de uma seleção que conta com preenchimento de formulário para inscrição, prova escrita e oral e visita de um representante de algum parceiro do programa, o estudante passa uma semana em Washington e outras duas em outra região do país. Todos os anos alguma autoridade americana os recebe. Na primeira edição, o ex-secretário de Estado americano Colin Powell fez as honras da casa. Desde então, os brasileiros já se encontraram com a ex e com a atual secretária de Estado, Condoleezza Rice e Hillary Clinton, respectivamente; e a ex e a atual primeira-dama, Laura Bush e Michele Obama, respectivamente.
Critérios
O aluno que tiver interesse em participar do processo do Jovens Embaixadores deve ter entre 15 e 18 anos, possuir boas notas, perfil de liderança e prestar algum serviço voluntário há pelo menos um ano, desde grêmios estudantis e participação em projetos religiosos, além de ser fluente em inglês. Ser aluno do ensino médio na rede pública e pertencer à camada socioeconômica menos favorecida. As inscrições ficam abertas de hoje até 7 de agosto. A partir da data do lançamento do programa, o aluno deve acessar o Facebook dos Jovens Embaixadores para preencher o formulário on-line de inscrição e conhecer todas as fases do programa e os prazos. Mais informações também no site www.embaixadaamericana.org.br.
Desenvolvido pela Embaixada dos Estados Unidos e mantido em parceria com setores públicos e privados dos dois países, foi o programa que levou Guilherme e outros 34 estudantes do ensino médio da rede pública de ensino de todo o país para conhecer o outro extremo da América. Em 2007, eles embarcaram para os EUA com todas as despesas pagas para passar três semanas cheias de atividades. Desde 2003 o programa já beneficiou 249 estudantes. A 10ª edição do Jovens Embaixadores abre as inscrições hoje para novos interessados — que têm até 7 de agosto para se candidatar.
No caso de Guilherme, depois de superar todas as expectativas com os benefícios do período fora do Brasil, um ano depois ele voltou aos EUA com uma bolsa integral para estudar em Chicago. “Queria muito discutir ideias, ver o que os americanos pensam sobre o Brasil e levar minha própria perspectiva sobre nosso país. Pensei também em me divertir, aprender, melhorar meu inglês, levar nossa cultura. Mas foi ainda melhor do que eu esperava. Além de ficar com uma família e aprender sobre o dia a dia deles, a gente ainda teve vários workshops, visitamos monumentos, escolas de ensino médio e fizemos apresentações sobre o Brasil”, conta.
Já na Universidade de Chicago, Guilherme teve a chance de conhecer outros lugares, também com todos os gastos custeados pela bolsa de estudos. Para ele, o maior ganho dessa experiência foi a chance de expandir sua visão de mundo. “Ainda não sei o que vou fazer quando me formar, mas em alguma época quero voltar ao Brasil e trabalhar no Itamaraty ou em alguma organização que ajude as comunidades a se fortalecerem, alguma coisa em Ceilândia e no DF mesmo. Tenho muitas ideias do que fazer e de como trabalhar”, diz, empolgado.
O caso bem sucedido de Guilherme não é exceção. Segundo a organizadora e coordenadora do programa, Márcia Mizuno, a maioria dos participantes, que antes nem sequer haviam andado de avião, hoje estão bem colocados em universidades e empresas. “Eles têm que acreditar em si mesmos. Nós acreditamos”, diz ela.
A Embaixada está comemorando os 10 anos do programa. Para Márcia, são muitos os motivos para festejar, entre eles o crescimento do projeto. Em 2010, foram mais de 6 mil inscritos de todo o país. A iniciativa deu tão certo que se expandiu para 25 países da América Latina em 2011, trazendo também jovens embaixadores americanos para terem uma experiência no Brasil. “O maior ganho foi que estamos conseguindo chegar à juventude e mostrar que eles são capazes de crescer pessoal e profissionalmente, além de multiplicar o aprendizado e se tornar exemplos nas comunidades deles.”
Depois de uma seleção que conta com preenchimento de formulário para inscrição, prova escrita e oral e visita de um representante de algum parceiro do programa, o estudante passa uma semana em Washington e outras duas em outra região do país. Todos os anos alguma autoridade americana os recebe. Na primeira edição, o ex-secretário de Estado americano Colin Powell fez as honras da casa. Desde então, os brasileiros já se encontraram com a ex e com a atual secretária de Estado, Condoleezza Rice e Hillary Clinton, respectivamente; e a ex e a atual primeira-dama, Laura Bush e Michele Obama, respectivamente.
Critérios
O aluno que tiver interesse em participar do processo do Jovens Embaixadores deve ter entre 15 e 18 anos, possuir boas notas, perfil de liderança e prestar algum serviço voluntário há pelo menos um ano, desde grêmios estudantis e participação em projetos religiosos, além de ser fluente em inglês. Ser aluno do ensino médio na rede pública e pertencer à camada socioeconômica menos favorecida. As inscrições ficam abertas de hoje até 7 de agosto. A partir da data do lançamento do programa, o aluno deve acessar o Facebook dos Jovens Embaixadores para preencher o formulário on-line de inscrição e conhecer todas as fases do programa e os prazos. Mais informações também no site www.embaixadaamericana.org.br.
FONTE: http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=19185
segunda-feira, 2 de maio de 2011
VI Semana Acadêmica de Ciências Sociais da Universidade Federal do Paraná
VI Semana Acadêmica de Ciências Sociais da Universidade Federal do Paraná
A SACS é um evento promovido por alunos do curso de Ciências Sociais da UFPR e conta com a colaboração dos professores do mesmo curso. Tem como um de seus principais objetivos a comunicação entre os membros da comunidade acadêmica e aqueles fora do ambiente acadêmico, dessa forma a SACS objetiva se estender para além dos muros da academia e visa ainda trazer diferentes membros da comunidade para debaterem, se informarem, conhecerem, se comunicarem e aprenderem em conjunto.
A Semana Acadêmica de Ciências Sociais da UFPR teve sua primeira edição em 2006, como espaço de debate e de divulgação dos temas, áreas, problemáticas e práticas do que compreende as Ciências Sociais - Antropologia, Sociologia e Ciência Política, visando proporcionar esse ambiente de troca de experiências e conhecimentos, de reconhecimento do novo e do diferente, da apreensão das diversas formas de encarar a realidade social e propor soluções para os seus desafios.
A Comissão Organizadora da VI Semana Acadêmica de Ciências Sociais da UFPR - 2011 mantém a preocupação com o ensino superior em todos os níveis, a prática da extensão e o fomento à pesquisa - atividades fundamentais na concepção de uma Universidade de qualidade, bem como com a demarcação dos rumos que orientam a prática científica e a prática política dos agentes sociais no cotidiano. Nesta perspectiva a VI Semana Acadêmica de Ciências Sociais da UFPR - 2011 objetiva discutir temas dos diversos ramos e especialidades das Ciências Sociais de forma ampla e democrática, contando com a participação de professores, especialistas, militantes, artistas, ativistas e estudantes de diferentes partes do Brasil.
09h00 - 18h00 - INSCRIÇÕES na sala 904 – Sala do NUSP (Núcleo de Pesquisa em Sociologia Política Brasileira)
Rua General Carneiro, Centro - DP I, 9º andar
CEP 80060-150 - Curitiba – PR
CEP 80060-150 - Curitiba – PR
Valor: R$ 10,00 (caso haja interesse em retirar certificado)
Mais Informações: http://www.sacsufpr.blogspot.com/
O OpenCourseWare Unicamp é um portal que tem por finalidade hospedar conteúdos educacionais em formato digital, originários de disciplinas de cursos de graduação e oferecidos à comunidade gratuitamente, observados os Termos de Uso.
Disponibiliza amplos espaços para a hospedagem, no intuito de abranger todas as áreas do conhecimento e seus segmentos, tendo como apelo mais forte o compartilhamento.
Inspirado em um consórcio denominado OpenCourseWare, que congrega mais de cem instituições de ensino superior em todo o mundo, para promover e compartilhar conteúdos educacionais, com a missão de fomentar a educação e capacitar pessoas com abrangência global, o OpenCourseWare Unicamp não emite certificados ou diplomas, nem oferece suporte ou assistência dos autores aos usuários sobre o uso e os conteúdos dos materiais disponíveis.
Disponibiliza amplos espaços para a hospedagem, no intuito de abranger todas as áreas do conhecimento e seus segmentos, tendo como apelo mais forte o compartilhamento.
Inspirado em um consórcio denominado OpenCourseWare, que congrega mais de cem instituições de ensino superior em todo o mundo, para promover e compartilhar conteúdos educacionais, com a missão de fomentar a educação e capacitar pessoas com abrangência global, o OpenCourseWare Unicamp não emite certificados ou diplomas, nem oferece suporte ou assistência dos autores aos usuários sobre o uso e os conteúdos dos materiais disponíveis.
SITE: http://www.ocw.unicamp.br/index.php
Unicamp dá um ótimo exemplo.
Esse é o título da matéria sobre o OCW da Unicamp assinada por Gilberto Dimenstein no jornal a Folha de São Paulo. Confira!
A Unicamp é a primeira universidade brasileira a começar a disponibilizar o conteúdo de suas aulas para qualquer pessoa e sem nenhum custo na internet. Como vai funcionar ainda vamos ver, mas a ideia já saiu do papel --e serve como um belo exemplo de como uma instituição pública pode, com baixo custo, ajudar a educação de um país.
Quanto mais se usarem recursos multimídia, detalhando as aulas, mais atraente o material e mais chance de atrair alunos e ajudar a orientar outras faculdades. Todos, enfim, saem ganhando.
Não imagino que se consiga substituir a força do presencial. A convivência real estimula a criatividade e a resolução de problemas complexos. Já mostrei aqui como as grandes universidades americanas como MIT, Yale, Stanford, entre outras, abriram seus cursos e estão cada vez mais interessantes. Nem por isso são lugares muitos disputados. O que me contam aqui é que isso até estimulou o professor a ir além dos conteúdos, aprimorando suas aulas.
Quanto mais se usarem recursos multimídia, detalhando as aulas, mais atraente o material e mais chance de atrair alunos e ajudar a orientar outras faculdades. Todos, enfim, saem ganhando.
Não imagino que se consiga substituir a força do presencial. A convivência real estimula a criatividade e a resolução de problemas complexos. Já mostrei aqui como as grandes universidades americanas como MIT, Yale, Stanford, entre outras, abriram seus cursos e estão cada vez mais interessantes. Nem por isso são lugares muitos disputados. O que me contam aqui é que isso até estimulou o professor a ir além dos conteúdos, aprimorando suas aulas.
Em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gilbertodimenstein/908873-unicamp-da-um-otimo-exemplo.shtml
Bolsas de estudo na Europa
O programa Institutos Europeus para Estudos Avançados (Eurias) oferece 36 bolsas de pesquisas em diversas áreas do conhecimento, em instituições da Europa e de Israel, para o ano acadêmico 2012-2013. Candidatos de todo o mundo podem se inscrever pela internet até o dia 31 de maio.
O Eurias é um consórcio de 14 institutos de estudos avançados coordenado pela Rede Francesa de Institutos de Estudos Avançados (RFIEA). As bolsas são oferecidas principalmente para as áreas de ciências humanas e sociais, mas candidatos das áreas de ciências exatas e naturais também podem ser contemplados, caso seus projetos não exijam o uso de instalações laboratoriais.
No ano acadêmico 2012-2013, o programa oferece 36 bolsas, sendo 19 para pesquisadores juniores e 17 para pesquisadores seniores. Os programas de pesquisa nos 14 institutos participantes têm duração de dez meses.
As bolsas totalizam 26 mil euros para candidatos juniores e 38 mil euros para candidatos seniores. Os candidatos selecionados também terão alojamento à disposição, uma ajuda de custo para pesquisas e para despesas de viagem.
Os 14 institutos participantes estão localizados em Berlim (Alemanha), Bolonha (Itália), Bruxelas (Bélgica), Bucareste (Romênia), Cambridge (Reino Unido), Helsinki (Finlândia), Jerusalém (Israel), Lyon (França), Nantes (França), Paris (França), Uppsala (Suécia), Viena (Áustria) e Wassenaar (Holanda).
Os candidatos devem apresentar uma proposta de pesquisa sólida e inovadora, demonstrar a habilidade de atuar além de seu campo de especialização, demonstrar comprometimento internacional bem como publicações de qualidade em foros de grande impacto.
Mais informações: www.2012-2013.eurias-fp.eu
Fonte: Agência FAPESP
Raízes africanas
Informações sobre as histórias de africanos transportados à força em navios negreiros – ou tumbeiros, como eram chamadas essas embarcações – pelo Atlântico estão reunidas em um novo site na internet.
Trata-se do projeto African Origins, que utiliza como base informações de 9.453 africanos libertados pelas Comissões Mistas (sistema de tribunais internacionais criado na época para julgar os navios acusados de envolvimento no tráfico de escravos) para fornecer dados sobre quase 70 mil pessoas durante a supressão do comércio transatlântico de escravos no século 19.
Pelo site é possível conferir o resultado de uma série de contribuições linguísticas e culturais do registro de um nome. Durante a busca, o usuário tem acesso a informações como o lugar de origem, o ano de partida e o nome do navio em que estava a pessoa desejada, além de traçar os padrões migratórios de africanos carregados do interior da África para portos no litoral do continente.
“Os registros disponíveis até o momento são de escravos libertados em Havana, na capital cubana. Cada registro é analisado detalhadamente antes de ser incluído”, disse Domingos Dellamonica Jr., programador no projeto que conta com o apoio do Fundo Nacional para as Humanidades, da Universidade Emory e do Instituto W.E.B. DuBois (Universidade Harvard), todos dos Estados Unidos.
Formado em Ciências da Computação pela Universidade de São Paulo, Dellamonica teve mestrado apoiado por Bolsa da FAPESP e concluído em 2007 na mesma universidade. Atualmente, cursa o doutorado na Emory.
Fonte: Agência FAPESP
African Origins: www.african-origins.org
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